segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

Um obrigado aos leitores e comentaristas e desejos de um BOM ANO de 2008

Obrigado a todos os leitores e comentaristas do "Alma Viva" e do "Sentires Sentidos".

Aos leitores, familiares e amigos desejo um excelente ano de 2008. Que o pior de 2008 seja o melhor de 2007.

Rui Moio

As 10 tecnologias mais brilhantes e simples de 2007

Fonte: Rev. TecnoCientista de 28Dez2007

Mitos destruídos pela ciência

Fonte: Rev. TeconCientista de 26Dez2007

Carta renovada em 2008

«A carta de condução para os veículos ligeiros e motociclos deixa, a partir de amanhã, de ter validade até aos 65 anos. Assim, independentemente da data de validade do actual documento, a primeira renovação deste título passa a ser obrigatória logo aos 50 anos, ou aos 60 para os condutores que já ultrapassaram esta idade.»

Fonte: Correio da Manhã de 31Dez2007

domingo, 30 de dezembro de 2007

Web de blogs - Blogue de José Luis Orihuela

É o nome da página mantida por José Luis Orihuela, com indicação de Directórios de blogues de vários países de língua espanhola, para além de vários blogues… sobre blogues, rankings, recursos (ferramentas) e redes de blogues.»

Fonte: Blogue "Memória Virtual" - post de 29Dez2007

Roedor orelhudo é filmado pela 1ª vez, assista

Fonte: Rev. TecnoCientista de 10Dez2007

Os números secretos do TecnoCientista

Fonte: Rev. TecnoCientista de 03Dez2007

10 grandes mitos sobre masturbação

Fonte: Rev. TecnoCientista de 12Dez2007

Porque os pêlos púbicos são crespos?

Fonte: Rev. TecnoCientista de 16Dez2007

Faça banana-passa no microondas

Fonte: Rev. TecnoCientista de 16Dez2007

Fundo de acções misto de recursos naturais

«O Fundo Mix Recursos Naturais é um dos novos instrumentos financeiros disponibilizados pelo BIG – Banco de Investimento Global.»

Fonte: Correio da Manhã de 30Dez2007

Doze painéis solares dão luz à Berlenga

«A ilha da Berlenga, Peniche, dispõe desde ontem de energia eléctrica fornecida por um conjunto de 12 painéis solares fotovoltaicos, que substituem os anteriores geradores a diesel que só eram ligados no período de Verão, quando o local é visitado por milhares de turistas.»
Fonte: Correio da Manhã de 30Dez2007

sábado, 29 de dezembro de 2007

Blogs para principiantes

Blogs para principiantes

from MUIOMUIO.NET by Mario Andrade

Porque é importante ajudar quem está apenas no inicio, decidi fazer uma compilação dos artigos que considero que todos os principiantes. Esta é uma colectaria de artigos importantes que todos os bloggers devem ler pelo menos uma vez.

Se gostaram dos artigos não se esqueçam de os partilhar com outros bloggers, deixar a vossa opinião ou sugestão.

http://muiomuio.net/blogs-para-principiantes/

Fonte: Blogue Muiomuio.net - Post de 28dez2007

Peritos em Psicanálise Aplicada debateram os aspectos clínicos, sociais e cu...

As manias são necessárias ao desenvolvimento normal do indivíduo já que geram “prazer e evasão da dor” e, por conseguinte só podem chegar a ser “muito danosas” se degenerarem numa patologia clínica, segundo psicólogos. Um dos peritos abordou “Ler Dom Quixote como cura”, já que tal como explicou Blanca Martínez, uma das psicólogas do comité organizador, este personagem literário reflecte de “forma brilhante algo que todos nós temos cá dentro”. Assim, argumentou que em cada indivíduo está presente o desejo e idealização da realidade que representa o cavaleiro da triste figura, para além de que também “os pés na terra” de Sancho, “ainda que no fundo todos nós quiséssemos ser Dom Quixote”.
Deste modo, outra das coordenadoras Maria da Cruz Cabada frisou que a mania é necessária ao desenvolvimento normal do indivíduo e a sua degeneração em patologia é uma questão de grau e intensidade da mesma.
O presidente de Gradiva, Eugénio Cornide, destacou que “o problema é que o facto de ser um dom ou gerar criatividade não é garantia de saúde”, enfatizando que a sua derivação em transtornos clínicos pode assumir as formas de bipolares ou de depressões, conjuntamente com estados latentes de excessiva de euforia com sentimentos de “grandiosidade”; hiperactividade; ou hipersexualidade, sendo que é imprescindível o recurso à farmacologia e psicoterapia para tratar os mesmos.
De qualquer das formas, estes peritos frisaram que as manias correspondem “à busca de prazer e do evitar da dor, que está presente em todos nós”, salientou Carnide. Deste modo, a psicóloga Maria da Cruz Cabada destacou o facto de que pode chegar a evitar suicídios pela ajuda e escape que proporcionam em momentos de intensa dor.

FONTE: EFE
Publicado em 16 de Novembro de 2007.
Picture by Picasso.

Fonte: Salpicos by Astride Almeida on 12/26/07

Revelações de General Alemão Põem em Causa Toda a Existência da União Europeia


«A "CEE" (berço da actual "UE"), classificada pelo Embaixador Franco Nogueira (de saudosa memória) como "Comboio Europeu liderado pela Alemanha porque é ela que dá força, que decide para onde vai, quem entra, como e quando", está agora ser posta em causa pela revelação de um segredo há muito suspeitado mas muito bem guardado.»
A máquina do "Comboio Europeu" foi tomada por "cowboys", seus mentores sionistas e obedientes vassalos!
A UNIÃO EUROPEIA não se encontra em mãos de defensores de interesses europeus mas nas de "pontas de flechas" de interesses globalistas, contrárias aos interesses europeus!
Com uma força esmagadora, foram os factos agora colocados sobre a mesa, como se um punho de aço a partisse para acordar mesmo os que não querem ouvir!
Um General alemão, Gerd-Helmut Komossa, comandante da 12ª Divisão-Panzer e antigo chefe do "MAD" (Militärischer Abschirmdienst = Serviço Militar de Contra-Espionagem da RFA), publicou o que há muito se desconfiava mas que ninguém ousava exprimir. Pode ler a notícia na íntegra
aqui e encomendar o livro aqui.


Fonte: Revisionismo em Linha by Johnny Drake on 12/26/07

David Irving e a Oxford Union


... Começei a escrever livros em 1963. O meu muito primeiro livro foi um best-seller. Escrevi trinta livros desde então... Mas ainda recuso que me tentem cuvar e não escreverei o que eles querem que escreva... Os meus inimigos continuarão a tentar fazer-me parar... Nasci em 1938 num grande império mundial. Vimos esse império desperdiçar-se numa guerra inútil e eu estou convencido, como historiador, que nos registros que eu li na Alemanha e na Grã-Bretanha, que este último nunca esteve em risco. Podíamos ter saído da guerra calmamente em 1940... Outros historiadores odeiam-me, porque fiz o trabalho que eles não têm. Devo ser livre para publicar e para imprimir, e para pesquisar, e para escrever, e para distribuir a verdade, como eu considero que ela deve ser. [leia a notícia na íntegra]



Fonte: Revisionismo em Linha by Johnny Drake on 12/27/07

Regime de avaliação da Função Pública publicado

«O novo sistema da avaliação de desempenho na Administração Pública (SIADAP), que prevê a avaliação dos serviços, dirigentes e trabalhadores, foi esta sexta-feira publicado em Diário da República e entra em vigor a 31 de Dezembro.»

Fonte. Correio da Manhã de 28Dez2007

Conde vira rei dos livros

«O empresário Miguel Pais do Amaral fortaleceu ontem a sua posição no mercado livreiro nacional ao juntar as editoras Dom Quixote e Nova Gaia à Texto Editores, Caminho, Asa e Gailivro que já possuía.»

Fonte: Correio da Manhã de 29Dez2007

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

O Futuro

skypefuturovideo.jpg

Está no Globo Online, no blog do Nelson Miler. O Skype e o videofone do futuro. Quando chega o final do ano, como agora, o futuro parece estar vindo ao nosso encontro. Sempre esteve. E o Skype é um verdadeiro acelerador desta chegada do futuro. Para quem usa Skype, como nós, fica a sensação de quem ainda não conhece este software está um pouco ‘atrasado’ em relação a este futuro. Em 2008, por exemplo, a qualidade da imagem vai ser um dos pontos fortes. E o Skype já saiu na frente.

Fonte. Blogue Skype Brasil - post de 26Dez2007

Conceito de memória (2)

« Nos últimos anos, e num crescente visível, parece cada vez mais pacífica a ideia de que a recuperação da memória e figura de Salazar, tanto no capítulo da sua figura e personalidade mas também no periclitante domínio da sua obra politica, social e nacional, passa pela divulgação e reactivação da verdade histórica dessa mesma memória sem mentiras nem aldrabices ou meias verdades.»

Porque a memória do Estado Novo é a nossa própria memória, a nossa, colectiva, a de uma nação de portugueses que neste tempo presente de globalização, de federastas, de europeistas, tempos presentes que ultrapassam largamente o facto de já termos outra moeda, de já não termos o nosso ultramar, tempos presentes de adultério de custumes e comportamentos, tradições e nacionalidade, são nestes tempos presentes em que tristemente vivemos agora que precisamos avidamente de sinais de identidade e nacionalidade, e nada melhor do que a figura de Salazar e a obra do Estado Novo para novamente trazer a esperança a um povo assassinado na sua alma e traido pelos seus governantes.
Em 2007, a RTP apresentou, e ainda está a apresentar, alguns trabalhos que , embora com valor, foram nitidamente tendenciosos e alvo de instrumentalização governativa, falo, é claro dos programas documentais "Portugal, Um Retrato Social" e de "A Guerra", este ultimo com reminiscências tendenciosas a começar pelo próprio nome.
Diferente porém foi o resultado do "passatempo" da RTP acerca de quem seria o "Melhor Português", ai sim, sem instrumentalizações governativas e com um resultado directo da escolha dos espectadores o Dr. Salazar, contra tudo e contra todos, ganhou e lançou a polémica que afinal tinha começado antes quando o seu nome nem sequer tinha entrado nas listas "oficiais".
Longe de polémicas, visto de uma outra prespéctiva, a vitória de Salazar nesse interessante programa, pode ser visto como um grito da maioria silenciosa contra o sistema, um grito contra o estado de coisas, um grito de protesto contra a imposição da traição como forma de governo.


Conceito de memória (2)
Fonte: Blogue "O Saudosista" - Post de 27Dez2007
http://nacionalalentejano.blogspot.com/2007/12/conceito-de-memria-2.html

Dá os primeiros passos a Federação Portuguesa das Associações de Combatentes

Fonte: Blogue Alma Patria-Pátria Alma - post de Vítor Ramalho de 27Dez2007

Menina que nasceu com 8 membros deixa o hospital

Fonte: Rev. TecnoCientista de 16Fev2007

De onde vem as varetas de canela?

Fonte: Rev. TecnoCientista de 18Dez07



Nota Pessoal
A voz inconfundível de José Ramos - "A VOZ" da SIC.
Rui Moio

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

KNout - Programa para transcrever bocados de texto de uma uma página

kwout é uma ferramenta que permite de forma rápida e simples transcrever bocados de texto de uma página.

Numa era onde as aplicações online são feitas em função de simplificar as tarefas online, o Kwout é a nova maneira de transcrever excertos de texto.

Basta arrastar o bookmarklet para o browser e escolher a página que pretendemos transcrever, depois clica-se no botão do Kwout e surge um screenshot, escolhe-se a area que pretendemos transcrever, faz-se “cut-out” et voilá.
Esta aplicação permite também a interacção com o Flickr e com o tumblr.

Link: http://kwout.com/

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Ministros pagam viagem a Sócrates

«A prenda de Natal que os membros do Governo decidiram dar este ano ao primeiro-ministro foi um cheque-viagem no valor de quatro mil euros, apurou o Correio da Manhã.»

Fonte: Correio da Manhã de 24Dez2007

Nota Pessoal

Pedem-se sacrifícios ao povo português. Há dois milhões de pobres no nosso país. Mas, o primeiro-ministro recebe uma prenda de 4 000 euros para uma viagem de turismo.

Como vão longe os tempos de pudor e de dignidade nacional!...

Rui Moio

Uivo a Hitler: Alemão Preso Porque o seu Cão Fez a Saudação Nazi

Fonte: Blogue Revisionismo em Linha - Post de 26Dez2007

Disparates sobre o Holocausto

Fonte: Blogue Revisionismo em linha - Post de 26Dez2007

sábado, 22 de dezembro de 2007

http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=11698&sid=22

http://www.telegraph.co.uk/connected/main.jhtml?xml=/connected/2007/12/22/dlphone122.xml

A dailymail.co.uk article from Moio

«Unrepentant Nazi, 84, calls Auschwitz a 'ten star hotel' and tells Dachau victim 'you survived well'
An unrepentant old Nazi officer who served in some of the worst concentration camps gives the Hitler salute in Spain where he has hidden from justice for over 60 years.»

http://www.dailymail.co.uk/pages/live/articles/news/worldnews.html?in_article_id=501310&in_page_id=1811

22 December 2007
http://www.dailymail.co.uk/

Um pseudo-fascismo: o nacional-sindicalismo português

http://legiaopatriotica.blogspot.com/2007/12/um-pseudo-fascismo-o-nacional.html
Texto de António José de Brito

Fonte: Blogue Legião Patriótica - post de 22Dez2007

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Podcast Ciência Hoje: Cristo nasceu... sete anos antes... a 15 de Setembro?


Cristo num rosto tradicional...
Cristo num rosto tradicional...
... e num rosto divulgado pelo BBC
... e num rosto divulgado pelo BBC
Fonte: CienciaHoje de 20Dez2007

Fernando de Mascarenhas


(via “História de Portugal – Dicionário de Personalidades” (coordenação de José Hermano Saraiva), edição QuidNovi, 2004)

Fonte: Carreira da Índia by Leonel Vicente - Post de 20Dez2007

Seguros contestam PPR do Estado

Fonte: Correio da Manhã de 20Dez2007

Baixa vigiada

Fonte: Correio da Manhã de 20Dez2007

Sonho de ficar é possível

Fonte: Correio da Manhã de 20Dez2007

Mengele

Josef Mengele tinha um sonho: o aperfeiçoamento da espécie humana, melhorada através da ciência, como forma de alcançar o domínio supremo de uma raça superior. Para o capitão médico, responsável pelo campo de concentração nazi de Auschwitz de 1943 a 1945, este era, acima de tudo, um acto de dever para ser levado a cabo com total disciplina. Com um simples aceno de mão ou um movimento seco do bastão, Mengele seleccionava os prisioneiros chegados a Auschwitz: os que deviam trabalhar até à morte, os que seriam imediatamente gaseados ou os que serviriam de cobaias para as suas investigações médicas. Sem qualquer compaixão, Mengele efectuava as mais terríveis experiências com seres humanos, transformados em autênticas cobaias. A sua particular obsessão eram os gémeos. Depois de cinco anos de investigação, com acesso exclusivo e irrestrito a mais de cinco mil páginas de escritos íntimos de Mengele e fotografias inéditas, Gerald L. Posner e John Ware retratam a vida deste homem, do nascimento à morte. Separando os factos das lendas que existem sobre o mais famoso médico nazi, os autores recriam a vida do homem que se tornou na verdadeira personificação do mal; o «Anjo da Morte» de Auschwitz. Apesar de todos os esforços para o capturar, Mengele passou 35 anos da sua vida em fuga. Depois de muitas notícias sobre a sua eventual morte, faleceu aos 68 anos, no Brasil. Sem nunca ter sido julgado pela Justiça e sem nunca ter manifestado quaisquer remorsos pelos seus actos.

Fonte. Blogue O Saudosista - Post de 20Dez2007

Nota Pessoal
Joseph Mengele deixou alguns papéis escritos que o seu filho disponibilizou para estudo. Desse estudo resultou este livro. Assim sendo, é uma obra que importa ler para se compreender melhor a mente de Mengele que realizou experiências médicas em prisioneiros do campo de concentração de Auschwitz.
Rui Moio

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Sócrates inaugura novas estações

«O último troço da Linha Azul do Metro de Lisboa foi inaugurado esta quarta-feira pelo Primeiro-ministro, José Sócrates, que considerou ser uma "obra importantíssima" para Lisboa.»

Fonte: Correio da Manhã de 19Dez2007

Imposto de Circulação pago segundo ano da matrícula

«O Imposto Único de Circulação (IUC), que substitui o antigo selo do carro, vai passa a ser pago de acordo com o ano da matrícula do veículo, a partir do mês de Janeiro. O pagamento será ainsa efectuado em conformidade com o mês da matrícula.»

Fonte: Correio da Manhã de 19Dez2007

Livro de autor espanhol afirma que tempura tem origem portuguesa


Tempura introduzida no Japão por missionários portugueses
Tempura introduzida no Japão por missionários portugueses
«A tempura, um prato com peixe e vegetais fritos envoltos em massa, não tem origem japonesa, como muitos julgam, mas portuguesa, assinala o autor espanhol Ramón Nuñez no seu livro "Un científico en la cocina" ("Um Cientista na Cozinha").»

Próxima dos peixinhos da horta (feitos com feijões verdes cozidos envoltos em massa), a fritura terá sido, segundo um artigo da Wikipédia, "introduzida no Japão por missionários portugueses durante o século XVI" e a origem da palavra "derivará, provavelmente, do verbo português temperar".


Fonte: CienciaHoje de 19Dez2007

Solidariedade: biologia, ética, política - das formigas ao Homem


Isabel Azevedo
Isabel Azeve

A Science de 14 de Dezembro dá notícia duma investigação conduzida por Ugelvig e Cremer, na Universidade de Regensburg, Alemanha (Ugelvig LV, Cremer S: Social prophylaxis: group interaction promotes collective immunity in ant colonies. Curr biol 2007; 17:1967), com resultados interessantíssimos: quando os investigadores introduziram formigas infectadas por um fungo numa colónia, as formigas saudáveis da colónia não rejeitaram as doentes, antes aumentaram a actividade de limpeza do ninho e das próprias doentes, removendo-lhes esporos do fungo.

*Directora do serviço de Bioquímica da Faculdade de Medicina e ex-vice-reitora da Universidade do Porto

Fonte: CienciaHOje de 19Dez2007

Vozes do vento

"Escrevo aquilo que me dizem as vozes do vento... o que vem no aroma das marés... os retalhos da minha alma...."

Ana Paula Lavado nasceu em Angola, numa pequena localidade chamada Cambambe, a 19 de Julho de 1960.

Viveu em Luanda até 1975, vindo para Portugal após a descolonização, ficando a viver na cidade do Porto. Actualmente, vive em Esposende com os seus quatro filhos, onde tem um atelier de restauro e encadernação.

Sendo a escrita a sua paixão mais antiga e duradoura, onde deposita todas as suas emoções da sua alma e o outro lado do sonho, edita pela primeira vez, com a chancela da Papiro Editora, Vozes do Vento.

Fonte: Blogue Netbila de António Cabral

Um beijo sem nome

Quando te disse
que era da terra selvagem
do vento azul
e das praias morenas...
do arco-iris das mil cores
do sol com fruta madura
e das madrugadas serenas...

das cubatas e musseques
das palmeiras com dendém
das picadas com poeira
da mandioca e fuba também...

das mangas e fruta pinha
do vermelho do café
dos maboques e tamarindos
dos cocos, do ai u'é...

das praças no chão estendidas
com missangas de mil cores
os panos do Congo e os kimonos
os aromas, os odores...

dos chinelos no chão quente
do andar descontraido
da cerveja ao fim de tarde
com o sol adormecido...

dos merenges e do batuque
dos muquixes e dos mupungos
ds imbondeiros e das gajajas
da macanha e dos maiungos.

da cana doce e do mamão
da papaia e do cajú...

tu sorriste e sussurraste
"Sou da mesma terra que tu!"

Fonte: Blogue Sentires Sentidos

Os Grandes Portugueses

No dia 25 de Março de 2007 os telespectadores escolheram entre os 10 finalistas o Grande Português.

Resultados da votação:
Salazar

António de Oliveira Salazar - 41,0%
2º Álvaro Cunhal - 19,1%
3º Aristides de Sousa Mendes - 13,0%
4º D. Afonso Henriques - 12,4%
5º Luís de Camões - 4,0%
6º D. João II - 3,0%
7º Infante D. Henrique - 2,7%
8º Fernando Pessoa - 2,4%
9º Marquês de Pombal - 1,7%
10º Vasco da Gama - 0,7%

Fonte: Blogue NetBila - post de António Cabral

Nota Pessoal
Uma ponta de esperança para todos nós como povo e como nação.
Rui Moio

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Carta de um aluno ao seu professor de História de Portugal

Senhor Professor,

Sou obrigado a escrever-lhe, nesta data, depois de ter escutado, com toda a atenção, a aula de História, que nos deu sobre a Revolução de Abril de 1974. Li todos os apontamentos que tirei na aula e os textos de apoio que me entregou para me preparar para o teste, que o Senhor Professor irá apresentar-nos, na próxima semana, sobre a Revolução dos Cravos.

Disse o Senhor Professor que a Revolução derrubou a ditadura salazarista e veio a permitir o final da Guerra Colonial, com a conquista da Liberdade do Povo Português o dos Povos dos territórios que nós dominávamos e que constituíam o nosso Império.

Afirmou ainda que passámos a viver em Democracia e que iniciámos uma nova política de Desenvolvimento, baseada na economia de mercado.

Informou-nos também que a Censura sobre os órgãos de Comunicação Social terminara e que a PIDE/DGS, a Polícia Política do Estado Fascista acabara, dando a possibilidade aos Portugueses de terem liberdade de expressão, opinião e pensamento. Hoje, todos eles podem exprimir as suas opiniões nos jornais, rádio, televisão, cinema e teatro, sem receio de serem presos.

Disse igualmente que Portugal era um país isolado no contexto internacional e que agora fazemos parte da União Europeia e temos grande prestígio no mundo. Que somos dos poucos países da União a cumprir, na íntegra, os cinco critérios de convergência nominal do Tratado de Maastricht para fazermos parte do pelotão da frente com vista ao Euro.

Li os textos de apoio do Professor Fernando Rosas, onde me informam que os Capitães de Abril são considerados heróis nacionais, como nunca houvera antes na nossa história, e que eles são os responsáveis por toda a modernidade do nosso país, pois se não tivesse acontecido a memorável Revolução, estaríamos na cauda da Europa e viveríamos em grande atraso, em relação aos outros países, e num total obscurantismo.

Tinha já tudo bem compreendido e decorado, quando pedi ao meu pai que lesse os apontamentos e os textos para me fazer perguntas sobre a tal Revolução, com vista à minha preparação para o teste, pois eu não assisti ao acontecimento histórico, por não ter ainda nascido, uma vez que, como sabe, tenho apenas dezasseis anos de idade.

Com o pedido que fiz ao meu pai, começaram os meus problemas pois ele ficou horrorizado com o que o Senhor Professor me ensinou e chamou-lhe até mentiroso porque conseguira falsificar a História de Portugal. Ele disse-me que assistira à Revolução dos Cravos dos Capitães de Abril e que vira com «os olhos que a terra há-de comer» o que acontecera e as suas consequências.

Disse-me que os Capitães foram os maiores traidores que a nossa História conhecera, porque entregaram aos comunistas todo o nosso império, enganando os Portugueses e os naturais dos territórios, que nos pertenciam por direito histórico. Que a Guerra no Ultramar envolvera toda a sua geração e que nela sobressaíra a valentia dum povo em armas, a defender a herança dos nossos maiores.

Que já não existia ditadura salazarista, porque Salazar já tinha morrido na altura e que vigorava a Primavera Marcelista que, paulatinamente, estava a colocar Portugal na vanguarda da Europa. Que hoje o nosso país, conjuntamente com a Grécia, são os países mais atrasados da Comunidade Europeia.

Que Portugal já desfrutava de muitas liberdades ao tempo do Professor Marcelo Caetano, que caminhávamos para a Democracia sem sobressaltos, que os jovens, como eu, tinham empregos assegurados, quando terminavam os estudos, que não se drogavam, que não frequentavam antros de deboche a que chamam discotecas, nem viviam na promiscuidade sexual, que hoje lhes embotam os sentidos.

Disse-me também que ele sabia o que era Deus, a Pátria e a Família e que eu sou um ignorante nessas matérias. Aliás, eu nem sabia que a minha Pátria era Portugal, pois o Senhor Professor ensinou-me que a minha Pátria era a Europa.

O meu pai disse-me que os governantes de outrora não eram corruptos e que após o 25 de Abril nunca se viu tanta corrupção como actualmente. Também me disse que a criminalidade aumentara assustadoramente em Portugal e que já há verdadeiras máfias a operar, vivendo à custa da miséria dos jovens drogados e da prostituição, resultado do abandono dos filhos de pais divorciados e dum lamentável atraso cultural, em virtude de um Sistema Educativo, que é a nossa maior vergonha, desde há mais vinte anos.

Eu fiquei de boca aberta, quando o meu pai me disse que a Censura continuava na ordem do dia, porque ele manda artigos para alguns jornais e não são publicados, visto que ele diz as verdades, que são escamoteadas ao Povo Português, e isso não interessa a certos órgãos e Comunicação Social ao serviço de interesses obscuros.

O meu pai diz que o nosso país é hoje uma colónia de Bruxelas, que nos dá esmolas para nós conseguirmos sobreviver, pois os tais Capitães de Abril reduziram Portugal a uma «pobreza franciscana» e que o nosso país já não nos pertence e que perdemos a nossa independência. Perguntei-lhe se ele já ouvira falar de Mário Soares, Almeida Santos, Rosa Coutinho, Melo Antunes, Álvaro Cunhal, Vítor Alves, Vítor Crespo, Lemos Pires, Vasco Lourenço, Vasco Gonçalves, Costa Gomes, Pezarat Correia... Não pude acrescentar mais nomes, que fixara com enorme sacrifício e trabalho de memória, porque o meu pai começou a vomitar só de me ouvir pronunciar estes nomes.

Quando se sentiu melhor, disse-me que nunca mais lhe falasse em tais «sacanas de gajos», mas que decorasse antes os nomes de Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral, Diogo Cão, D. João II, D. Manuel I, Bartolomeu Dias, Afonso de Alburquerque, D. João de Castro, Camões, Norton de Matos, porque os outros não eram dignos de ser Portugueses, mas estes eram as grandes e respeitáveis figuras da nossa História.

Naturalmente que fiquei admirado, porque o Senhor Professor nunca me falara nestas personagens tão importantes e apenas me citara os nomes que constam dos textos do Professor Fernando Rosas.
Senhor Professor, dada a circunstância do meu pai ter visto, ouvido, sentido e lido a Revolução de Abril, estou completamente baralhado, com o que o Senhor me ensinou e com a leitura dos textos de apoio. Eu julgo que o meu pai é que tem razão e, por isso, no próximo teste, vou seguir os conselhos dele.

Não foi o Senhor Professor que disse que a Revolução nos deu a liberdade de opinião? Certamente terei uma nota negativa, mas o meu pai nunca me mentiu e eu continuo a acreditar nele.

Como ele, também eu vou pôr uma gravata preta no dia 25 de abril, em sinal de luto pelos milhares de mortos havidos no nosso Império, provocados pela Revolução dos Espinhos, perdão, dos Cravos. O Senhor disse-me que esta Revolução não vertera uma gota de sangue e agora vim a saber que militantes negros que serviram o exército português, durante a guerra, que o Senhor chamou colonial, foram abandonados e depois fuzilados pelos comunistas a quem foram entregues as nossas terras.

Desculpe-me, Senhor Professor, mas o meu pai disse-me que o Senhor era cego de um olho, que só sabia ler a História de Portugal com o olho esquerdo. Se o Senhor tivesse os dois olhos não me ensinaria tantas asneiras, mas que o desculpava porque o Senhor era um jovem e certamente só lera o que o Professor Fernando Rosas escrevera.

A minha carta já vai longa, mas eu usei de toda a honestidade e espero que o Senhor Professor consiga igualmente ser honesto para comigo, no próximo teste, quando o avaliar.
Com os meus respeitosos cumprimentos

O seu aluno

Fonte: Isaias Gonçalves Afonso in "O Dia" -
Posted by SSoldado_Lusitano at abril 25, 2005


Nota pessoal
Uma peça de literatura e de sentimentos pátrios, de revolta e de dignidade. Um texto a ler.
Rui Moio

O 25 DE ABRIL E A HISTÓRIA

De: António José Saraiva

Se alguém quisesse acusar os portugueses de cobardes, destituídos de dignidade ou de qualquer forma de brio, de inconscientes e de rufias, encontraria um bom argumento nos acontecimentos desencadeados pelo 25 de Abril.

Na perspectiva de então havia dois problemas principais a resolver com urgência. Eram eles a descolonização e a liquidação do antigo regime.

Quanto à descolonização havia trunfos para a realizar em boa ordem e com a vantagem para ambas as partes: o exército português não fora batido em campo de batalha; não havia ódio generalizado das populações nativas contra os colonos; os chefes dos movimentos de guerrilha eram em grande parte homens de cultura portuguesa; havia uma doutrina, a exposta no livro Portugal e o Futuro do general Spínola, que tivera a aceitação nacional, e poderia servir de ponto de partida para uma base maleável de negociações. As possibilidades eram ou um acordo entre as duas partes, ou, no caso de este não se concretizar, uma retirada em boa ordem, isto é, escalonada e honrosa.

Todavia, o acordo não se realizou, e retirada não houve, mas sim uma debandada em pânico, um salve-se-quem-puder. Os militares portugueses, sem nenhum motivo para isso, fugiram como pardais, largando armas e calçado, abandonando os portugueses e africanos que confiavam neles. Foi a maior vergonha de que há memória desde Alcácer Quibir. Pelo que agora se conhece, este comportamento inesquecível e inqualificável deve-se a duas causas. Uma foi que o PCP, infiltrado no exército, não estava interessado num acordo nem numa retirada em ordem, mas num colapso imediato que fizesse cair esta parte da África na zona soviética. O essencial era não dar tempo de resposta às potências ocidentais. De facto, o que aconteceu nas antigas colónias portuguesas insere-se na estratégia africana da URSS, como os acontecimentos subsequentes vieram mostrar. Outra causa foi a desintegração da hierarquia militar a que a insurreição dos capitães deu início e que o MFA explorou ao máximo, quer por cálculo partidário, quer por demagogia, para recrutar adeptos no interior das Forças Armadas. Era natural que os capitães quisessem voltar depressa para casa. Os agentes do MFA exploraram e deram cobertura ideológica a esse instinto das tripas, justificaram honrosamente a cobardia que se lhe seguiu. Um bando de lebres espantadas recebeu o nome respeitável de «revolucionários». E nisso foram ajudados por homens políticos altamente responsáveis, que lançaram palavras de ordem de capitulação e desmobilização num momento em que era indispensável manter a coesão e o moral do exército para que a retirada em ordem ou o acordo fossem possíveis. A operação militar mais difícil é a retirada; exige em grau elevadíssimo o moral da tropa. Neste caso a tropa foi atraiçoada pelo seu próprio comando e por um certo número de políticos inconscientes ou fanáticos, e em qualquer caso destituídos de sentimento nacional. Não é ao soldadinho que se deve imputar esta fuga vergonhosa, mas dos que desorganizaram conscientemente a cadeia de comando, aos que lançaram palavras de ordem que nas circunstâncias do momento eram puramente criminosas.

Isto quanto à descolonização, que na realidade não houve. O outro problema era da liquidação do regime deposto. Os políticos aceitaram e aplaudiram a insurreição dos capitães, que vinha derrubar um governo, que segundo eles, era um pântano de corrupção e que se mantinha graças ao terror policial: impunha-se, portanto, fazer o seu julgamento, determinar as responsabilidades, discriminar entre o são e o podre, para que a nação pudesse começar uma vida nova. Julgamento dentro das normas justas, segundo um critério rigoroso e valores definidos.

Quanto aos escândalos da corrupção, de que tanto se falava, o julgamento simplesmente não foi feito. O povo português ficou sem saber se as acusações que se faziam nos comícios e nos jornais correspondiam a factos ou eram simplesmente atoardas. O princípio da corrupção não foi responsavelmente denunciado, nem na consciência pública se instituiu o seu repúdio. Não admira por isso que alguns homens políticos se sentissem encorajados a seguir pelo mesmo caminho, como se a corrupção impune tivesse tido a consagração oficial. Em qualquer caso já hoje não é possível fazer a condenação dos escândalos do antigo regime, porque outras talvez piores os vieram desculpar.

Quanto ao terror policial, estabeleceu-se uma confusão total.

Durante longos meses, esperou-se uma lei que permitisse levar a tribunal a PIDE-DGS. Ela chegou, enfim, quando uma parte dos eventuais acusados tinha desaparecido e estabelecia um número surpreendentemente longo de atenuantes, que se aplicavam praticamente a todos os casos. A maior parte dos julgados saiu em liberdade. O público não chegou a saber, claramente; as responsabilidades que cabiam a cada um. Nem os acusadores ficaram livres da suspeita de conluio com os acusados, antes e depois do 25 de Abril.

Havia, também, um malefício imputado ao antigo regímen, que era o dos crimes de guerra, cometidos nas operações militares do Ultramar. Sobre isto lançou-se um véu de esquecimento. As Forças Armadas Portuguesas foram alvo de suspeitas que ninguém quis esclarecer e que, por isso, se transformaram em pensamentos recalcados. Em resumo, não se fez a liquidação do antigo regímen, como não se fez a descolonização. Uns homens substituíram outros, quando os homens não substituíram os mesmos; a um regímen monopartidário substituiu-se um regímen pluripartidário. Mas não se estabeleceu uma fronteira entre o passado e o presente. Os nossos homens públicos contentaram-se com uma figura de retórica: «a longa noite fascista». Com estes começos e fundamentos, falta ao regime que nasceu do 25 de Abril um mínimo de credibilidade moral. A cobardia, a traição, a irresponsabilidade, a confusão, foram as taras que presidiram ao seu parto e, com esses fundamentos, nada é possível edificar. O actual estado de coisas, em Portugal, nasceu podre nas suas raízes. Herdou todos os podres da anterior; mais a vergonha da deserção. E com este começo tudo foi possível depois, como num exército em debandada: vieram as passagens administrativas, sob capa de democratização do ensino; vieram «saneamentos» oportunistas e iníquos, a substituir o julgamento das responsabilidades; vieram os bandos militares, resultado da traição do comando, no campo das operações; vieram os contrabandistas e os falsificadores de moeda em lugares de confiança política ou administrativa; veio o compadrio quase declarado, nos partidos e no Governo; veio o controlo da Imprensa e da Radiotelevisão, pelo Governo e pelos partidos, depois de se ter declarado a abolição da censura; veio a impossibilidade de se distinguir o interesse geral dos interesses dos grupos de pressão, chamados partidos, a impossibilidade de esclarecer um critério que joeirasse os patriotas e os oportunistas, a verdade e a mentira; veio o considerar-se o endividamento como um meio honesto de viver. Os cravos do 25 de Abril, que muitos, candidamente, tomaram por símbolo de uma primavera, fanaram-se sobre um monte de esterco.

Ao contrário das esperanças de alguns, não se começou vida nova, mas rasgou-se um véu que encubra uma realidade insuportável. Para começar, escreveu-se na nossa história uma página ignominiosa de cobardia e irresponsabilidade, página que, se não for resgatada, anula, por si só todo o heroísmo e altura moral que possa ter havido noutros momentos da nossa história e que nos classifica como um bando de rufias indignos do nome de nação. Está escrita e não pode ser arrancada do livro. É preciso lê-la com lágrimas de raiva e tirar dela as conclusões, por mais que nos custe. Começa por aí o nosso resgate. Portugal está hipotecado por esse débito moral, enquanto não demonstrar que não é aquilo que o 25 de Abril revelou. As nossas dificuldades presentes, que vão agravar-se no futuro próximo, merecemo-las, moralmente Mas elas são uma prova e uma oportunidade. Se formos capazes do sacrifício necessário para as superar, então poderemos considerar-nos desipotecados e dignos do nome de povo livre e de nação independente.

António José Saraiva

Fonte: Fórum Pátria - Post de 30Nov2007

Nota Pessoal
Um texto admirável... pela explicação racional e corajosa do golpe do 25 de Abril e por ter sido escrito por um homem de cultura.
Precisamos de gente desta que denuncie os crimes de lesa-Pátria e lesa-humanidade que foram cometidos e vêm sendo cometidos desde o infausto acontecimento de Abril que destruiu a Pátria que éramos e a nação pluriracial e pluricontinental que sempre fomos.

Contrariamente à opinião do respeitável autor, entendo que os obreiros de Alcácer Quibir foram portugueses corajosos que quiseram o engrandecimento da Pátria e que, na adversidade da batalha, não abandonaram o jovem e corajoso rei e a sua gente. Situação diferente e oposta até à que assistimos na génese do 25 de Abril de 1974. Neste caso um punhado de capitães (grande parte deles militares de carreira) fez um golpe de estado egoísta a reivindicar questões salariais e de carreira militar. Entendamo-nos: alguém que escolha a carreira das armas, escolheu também um modo de morte e não um modo de vida.

Em síntese, enquanto Alcácer Quibir nos engrandece como povo, o 25 de Abril representa a mais alta traição à Pátria e ao Povo português de todas as etnias e de todos os séculos. Provocou directamente a destruição de centenas de milhares de famílias e a morte de milhões de portugueses das províncias ultramarinas a quem não se lhes perguntou se queriam deixar de ser portugueses.
Rui Moio

domingo, 16 de dezembro de 2007

Did Unity Mitford have Adolf Hitler’s love child?

http://www.timesonline.co.uk/tol/news/uk/article3042944.ece
Fonte: Timesonline de 13Dez2007

Ler os Outros [Ímpério à deriva]


Um livro cada domingo. O que escolhi para hoje não é uma novidade. A tradução portuguesa tem dois anos, e vai já na 9.ª edição. Por razões fortuitas, só agora o li. Falo de Império à deriva (2004), do australiano Patrick Wilcken. A obra descreve a fuga da corte portuguesa para o Brasil, em Novembro de 1807, e a sua permanência na colónia até 1821. Acompanhar o relato das peripécias que envolveram aquela “embaixada” de dez mil criaturas (a corte, propriamente dita; mais uma série de aristocratas, diplomatas, ministros, magistrados, sacerdotes, criados e penduras...), distribuídas por várias embarcações, sob escolta britânica, a vogar no Atlântico durante seis semanas, numa «jornada que haveria de romper a fina membrana que dividia o centro do império da sua periferia», foi das coisas mais gratificantes que li nos últimos tempos. O que Ridley Scott não faria com um argumento assim!

Fonte: Blogue Da Literatura - post de 16Dez2007

Não venha tarde, dona Beatriz!

«Cada vez que pedia ou deixava a chave do quarto n.º 600 na portaria do Tivoli Lisboa, onde habitou nos últimos 30 anos, Beatriz Costa "sorria e tinha sempre uma palavra a dizer" ao chefe de 'concièrge', Américo Nunes, de 63 anos, 47 passados no hotel.»

Fonte: Correio da Manhã de 16Dez2007

Irmãos apanham 24 anos

«Thierry Beille e Corinne Caspar já não estavam na sala de audiências do Tribunal de Lagos quando a juíza Alda Casimiro proferiu, ontem à tarde, a sentença que os condenou à pena de 24 anos de prisão pelo homicídio qualificado do velejador André Le Floch, a bordo do trimarã 'Intermezzo', em Agosto do ano passado.»

Fonte: Correio da Manhã de 15dez2007

Manuel de Oliveira - Documentário / Ficção



Nota Pessoal
Manuel de Oliveira é um extra-terrestre. Parece que tem apenas cinquenta e poucos anos quando já vai nos 99. Continua a produzir obras de criação a uma velocidade espantosa. Queira Deus que nos acompanhe por muitos e muitos anos mais.
Rui Moio

sábado, 15 de dezembro de 2007

Inflação rouba 35 euros a salário médio

«Os portugueses têm sérias razões para estar preocupados com a tendência generalizada do aumento dos preços em 2007. A inflação média de 2007 em Novembro situava-se nos 2,4 por cento, acima dos 2,1 por cento previstos pelo Governo, o que implicará uma perda anual de 35 euros para os trabalhadores com o salário médio mensal de 840 euros, ou seja, que auferem 11760 euros ao ano. A redução no poder de compra torna-se ainda mais acentuada por força das fortes subidas das prestações mensais da casa, em consequência do disparar das taxas de juro.»


Fonte: Correio da Manhã de 15Dez2007

Quando se mede o sucesso próprio pelo falhanço dos outros!


«Vem de Bona um estudo que evidencia uma característica muito conhecida dos portugueses: confundir o sucesso próprio com o falhanço dos outros. É um dos temas fortes da 13ª edição do podcast Ciência Hoje, feito a partir dos Estados Unidos pela dupla David Cristina/ Joaquim Cabral Teixeira.»

Como de costume muito humor e notíciário científico. Onde se fala de flores artificias que eliminam o plasmódio da Malária, de depressão em vermes, da agressividade sexual de fêmeas de determinado tipo de antílopes, do contágio dos bocejos, dos segredos de Vénus e da velocidade a que trabalha o cérebro enquanto dormimos.

A que velocidade vai descarregar esta 13ª emissão sabendo que o pode fazer a partir de http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=8926 ? Depois é só clicar em edição 13, esperar um pouco e ouvir. E comentar, se quiser!

Fonte: cienciaHoje de 05Dez2007

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

O Passeio Aleatório de Nuno Crato - Livro é lançado amanhã em Coimbra



«Passeio Aleatório é a nova obra da autoria de Nuno Crato publicada pela Gradiva. O livro será publicamente lançado amanhã às 19 horas na Livraria Almedina do Estádio da Cidade de Coimbra. A apresentação estará a cargo de Carlos Fiolhais, Jorge Buescu, José Lamego e Guilherme Valente.»

Passeio Aleatório parte da evidência de que a ciência está omnipresente no mundo moderno.

Nuno Crato recorre a situações quotidianas que integram a vida de todos nós para mostrar como estamos rodeados pela ciência, não podendo viver sem ela.


Fonte: CienciaHoje de 12Dez2007

Sol é a fonte de energia das auroras boreais


«A fonte de energia da aurora boreal, o espectáculo de cores visto no céu nas latitudes mais altas do hemisfério norte, é proveniente do Sol, segundo resultados apresentados ontem no encontro da União Geofísica Americana.»


Fonte: CienciaHoje de 12Dez2007

NASA anuncia nova missão de exploração lunar após interregno de 30 anos


A Lua de novo na mira da NASA
A Lua de novo na mira da NASA
«A NASA vai enviar, em 2011, uma nova missão de exploração científica da Lua para medir o campo de gravidade e responder a perguntas sobre a formação do satélite e de outros planetas rochosos.»

A missão do Gravity Recovery and Interior Laboratory (GRAIL), que integra o programa Discovery da agência espacial norte-americana, vai custar 255 milhões de euros para orbitar a Lua, com dois satélites, e fornecer imagens de raio-x da crosta até ao núcleo. Estes dados podem revelar as estruturas abaixo da superfície e, de maneira indirecta, a sua história termal.


Fonte: CienciaHoje de 12Dez2007

Origem do nome da cidade de Lourenço Marques

Lourenço Marques from Carreira da ͍ndia by Leonel Vicente Explorador da costa oriental africana (século XVI). Com vista a comerciar com os indí­genas e enriquecer alcançou, em 1544, a baía da actual cidade de Maputo, onde já tinham estado navegadores portugueses há mais de 40 anos, e aí fixou residência, tendo-se dedicado ao resgate de marfim. Dois anos mais tarde, D. João III mandou reconhecer a região e levantar uma feitoria fortificada, para a comercialização do marfim e do cobre, produtos muito importantes para a ͍ndia. Á€ cidade ali construí­da atribuiu-se o nome de Lourenço Marques, que se manteve até 1975. (via €œHistória de Portugal â€" Dicionário de Personalidades (coordenação de José Hermano Saraiva), edição QuidNovi, 2004)

Fonte: Blogue Carreira da Índia - Post de 13Dez2007

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Nuno Santos dirige programação da SIC

«Nuno Santos é o novo director de Programas da SIC, deixando para trás a estação pública. O até agora responsável pela programação da RTP 1 regressa à estação de Carnaxide cinco anos depois, para substituir no cargo Francisco Penim.»

Fonte: Correio da Manhã de 13Dez2007

Ciúmes de enfermeiro motivaram homicídio

«A hipótese de o homicídio de Maurício Levy ter sido um crime passional está a ganhar força. O alegado assassino do director dos CTT, apurou o Correio da Manhã, estava divorciado – mas os ciúmes em relação à ex-mulher e a suspeita de uma relação entre esta e a vítima falaram mais alto.»

Fonte: Correio da Manhã de 13Dez2007

Nuno Santos aceita convite da SIC e deixa RTP

http://jn.sapo.pt/2007/12/13/televisao/nuno_santos_aceita_convite_sic_e_dei.html


Saturno tem anel de energia igual à Terra


Fonte: Correio da Manhã de 13Dez2007

Mandamentos do Pára-quedista

I - O Pára-quedista é um soldado de elite. Procura o combate e treina-se para suportar toda a dureza. Para ele, a luta é a plena manifestação de si próprio.

II - O Pára-quedista cultiva a verdadeira camaradagem. Só com a ajuda dos seus Camaradas consegue vencer; e é junto deles, e por eles, que morre.

III - O Pára-quedista sabe o que diz e não fala demasiado. As mulheres falam, mas os homens actuam. A indiscrição causa, normalmente, a morte.

IV - O Pára-quedista é calmo,prudente, forte e resoluto. O seu valor e entusiasmo dão-lhe o espírito ofensivo que o arrastará no combate.

V - O Pára-quedista sabe que as munições constituem o que de mais precioso tem frente ao inimigo.Os que atiram inutilmente, só para se tranquilizarem, nada valem; são fracos e não merecem o nome de Pára-quedistas.

VI - Pára-quedista não se rende.Vencer ou morrer constitui, para ele,ponto de honra.

VII - O Pára-quedista sabe que só triunfará quando as suas armas estiverem em bom estado. Por isso,obedece ao lema: "Primeiro, cuidar das armas, só depois, dele próprio':

VIII - O Pára-quedista conhece a missão e a finalidade de todas as suas operações. se o seu comandante for morto, poderá, ele sozinho, cumprir a sua missão.

IX - O Pára-quedista combate o inimigo com Lealdade nobreza. Mas não tem piedade dos que,não ousando lutar do mesmo modo,se dissimulam no anonimato.

X - O Pára-quedista tem os olhos bem abertos e sabe utilizar ao máximo todos os recursos. Ágil como uma gazela, duro como aço,quando necessário, embora não o sendo, é capaz de agir como pirata, pele vermelha ou terrorista. Nada há que lhe seja impossível.

Fonte: Forum do Sapo Boinas Verdes


terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Cineasta tem vários projectos na gaveta


Fonte: Correio da Manhã de 11Dez2007

Entrevista via Skype

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Thássius me avisou por email. Ele assistiu a um programa na TV Ideal, chamado Pergunte ao Headhunter e viu um convidado sendo entrevistado de Dubai via Skype. Ou seja, além do Pânico na TV, que a cada semana fala ao vivo com dois “Skypers” temos mais um programa que usa o Skype para realizar entrevistas. A tendência é que isso aconteça cada vez mais.


Fonte: Blogue Skype Brasil - Post de Rosana de 11Dez2007

Município dos Bundas ganha nova imagem com reabilitação de infra-estruturas

Luena, 10.Dezembro - O administrador municipal dos Bundas, província do Moxico, Júlio Augusto Kwando, disse esta segunda-feira, que a circunscrição que dirige ganhou nova imagem com a reabilitação e construção de infra-estruturas sociais.

Em declarações à Angop, o responsável municipal destacou a reposição de mais de 20 pontes entre metálicas e baixas de madeira no troço rodoviário de 356 quilómetros, o que já permite a livre circulação de pessoas e bens entre Lumbala-Nguimbo (sede municipal) e a cidade do Luena.

Nesta senda, ressaltou igualmente a construção de raiz de um hospital municipal e uma escola do I ciclo, bem como a reabilitação de uma bomba de abastecimento de combustíveis (gasolina e gasóleo), no âmbito do programa de aumento e oferta dos serviços básicos às populações.

Disse que o governo projectou para o próximo ano a reabilitação do sistema de captação e distribuição de água potável à população da sede municipal e a construção de infra-estruturas administrativas em duas das seis sedes comunais, para dignificar o trabalho do Estado a este nível.

Júlio Kwando pediu a extensão do sinal da Televisão Pública de Angola (TPA) e da Rádio Nacional de Angola (RNA) para que a população, na sua maioria regressada da Zâmbia, conheça a realidade e os programas do governo angolano, sobretudo, nesta fase que o país se prepara para as eleições.

Dado o crescimento do número de trabalhadores da função pública e das actividades comerciais, o administrador solicitou às estruturas bancárias e da rede de telefonia móvel a instalarem os seus serviços naquele município.

O município dos Bundas é um dos nove da província do Moxico, com 47.ooo habitantes distribuídos nos 41.290 quilómetros quadrados de território potencialmente rico em agricultura, pescas fluvial e recursos florestais.

Notícia AngolaPress

Publicado por Jorge Santos - Op.Cripto em dezembro 10, 2007 02:53 PM | TrackBack

Fonte: Blogue Leste de Angola - Post de 10Dez2007

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Ler e Visualizar Ficheiros PDF Muito Mais Rápido

http://kanhas.com/ler-e-visualizar-ficheiros-pdf-muito-mais-rapido/

http://kanhas.com

Seu-nome-em-hieróglifos-egípcios

«Seu nome em hieróglifos egí­pcios. Você escreve seu nome e ele lhe dá o correspondente em hieróglifos egí­pcios. É o hieroglyphs.net. Mas ele funciona melhor com o nome em inglês (pela pronúncia). Ele também possui um mecanismo de montagem de frases. Basta procurar em tools.»

http://followwe.blogspot.com/2007/12/seu-nome-em-hierglifos-egpcios-este.html
Fonte: Blogue Follow we - post de 05Dez2007

A informação escondida no DNA

«A informação escondida no DNA Vai aqui um outro tipo (bem criativo) de "encoder" de informação. Pelo DNA-o-gram, mande um email com o texto encodado (convertido) em outra linguagem de signos ou sinais que na realidade significam exatamente aquilo que escreveu. É como código morse, sinais de fumaça etc). Quem receber passa o texto pelo decodificador e a informação reaparecerá na forma natural dela. O legal deste código em particular que ele tem caracterí­sticas de um código de DNA, linguagem da vida. Pena a limitação de caracteres.»

Fonte_ Follow we - post de 04Dez2007

Photoshop online

«Vai aqui um uma ferramenta online que durante algum tempo ficou off. percebi que ela volto faz pouco tempo. Não sei se está funcionando 100% agora, mas era muito boa. Edite fotos em uma interface bem parecida do photoshop (possui até layers). Vale um chego. É só clicar aqui ou na imagem acima. Necessita de cadastro.»

Fonte: Blogue Follow we - post de 07Dez2007

O Português: moeda de prestígio internacional

O PortuguêsO “português”, moeda em ouro cunhada nos reinados de D. Manuel I e D. João III e considerada a mais representativa da expansão portuguesa, é objecto de uma exposição no Museu do Banco de Portugal, em Lisboa (Avenida Almirante Reis, nº 71), de Segunda a Sexta-feira, das 10 as 12 horas e das 14 às 16 horas.

Reconhecido e aceite internacionalmente, o seu prestígio é testemunhado pelas inúmeras emissões de “portugalösers” ou “portugalóides”, moedas com motivos, peso e dimensões semelhantes aos da moeda portuguesa, cunhadas em várias cidades da Liga Hanseática e reinos do Norte da Europa.

O poder aquisitivo do “português” é realçado, nesta exposição, pela apresentação de um diagrama com o valor dos principais produtos comercializados na época.

Encontra-se também disponível para consulta uma interessante publicação electrónica, com o mesmo título da exposição.

(via http://www.bportugal.pt/servs/museu/OPortugues_p.htm)

Fonte: Blogue Carreira da Índia

Nota Pessoal
Há dias tive a sorte de me integrar num grupo que fez uma visita guiada a este museu (Museu do Banco de Portugal). Valeu a pena!
Convido-os a fazerem o mesmo, em grupo ou individualmente. Uma atraente e simpática jovem guia-vos nessa visita. E, foi aí que, pela primeira vez, estive tão perto desta moeda - o português.
Rui Moio

domingo, 9 de dezembro de 2007

Polvo ataca tubarão



Nota Pessoal
Estou certo que o meu irmão vai gostar de ver isto!!!
Rui Moio

O Terramoto de 1755. Lisboa e a Europa

Os CTT Correios de Portugal acabam de lançar o livro "O Terramoto de 1755. Lisboa e a Europa", de Ana Cristina Araújo. O livro e a sua autora foram apresentados por José-Augusto França, ensaísta e crítico de arte e antigo professor na Sociedade Nacional de Belas-Artes.

A cerimónia teve lugar no auditório do Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa.

Desde que foi anunciada a sua publicação, o livro tem sido alvo de uma procura fora do habitual, traduzido em grande número de reservas nas estações de correio. Com uma edição limitada a 7 mil exemplares numerados, prevê-se que esgote rapidamente.

Ana Cristina Araújo é professora da Universidade de Coimbra. Tem vários livros publicados e dezenas de artigos em revistas nacionais e estrangeiras sobre temas de Cultura do Século XVIII. Sobre o terramoto de 1755 publicou em Portugal e em França importantes estudos. Tem proferido conferências alusivas ao tema em Portugal, França, Espanha, Alemanha, Suíça e Inglaterra.

"O Terramoto de 1755. Lisboa e a Europa" foi editado pelos CTT no âmbito da passagem dos 250 anos sobre o terramoto de 1755. Do livro fazem parte integrante dois selos e um bloco filatélico, da autoria de José Luís Tinoco, também alusivos ao terramoto.

Neste novo livro, Ana Cristina Araújo não se fica pela descrição do terramoto. Aborda a gestão da crise a que ele deu origem com a derrocada da capital portuguesa, dando a ver a actuação imediata do futuro Marquês de Pombal, cuja imagem é cuidadosamente retocada nas campanhas de propaganda política, conduzidas, à escala interna e internacional, pelo déspota esclarecido.

"O Terramoto de 1755. Lisboa e a Europa" faz também um retrato do terramoto à luz das ideias em voga na época, com uma sugestiva articulação entre as inquietações, utopias e debates filosóficos do século XVIII. Fala, por exemplo, das interpretações que associam o terramoto de 1755 à passagem do cometa Halley. E, entre outras ideias, toma o desastre de Lisboa como metáfora de uma nova ordem do mundo.

Fonte: Ciberdúvidas - 05Dez2005

Nota Pessoal
Parabéns Ana Cristina. Adoro a tua obra. Ainda bem que te redescobri. Continua em frente.
Rui Moio

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